terça-feira, 3 de agosto de 2010

O EXÉRCITO DAS VENDAS


O velho “porta a porta”, hoje chamado de venda direta, emprega 2,5 milhões de brasileiros – e, para milhares deles, é um atalho para a ascensão social.
Por BRUNO MEIER

Reportagem da Revista VEJA, edição 2174 – ano 43 – nº 29 – 21 de julho 2010, seção ESPECIAL – páginas 114 a 121.

Há nove anos, o baiano Guilherme Pólvora teve de deixar de vender peixe nas feiras de São Paulo, coma fazia havia mais de duas décadas: a concorrência com os supermercados fora se tomando tão dura que ele não mais ganhava com seu trabalho - só perdia. O ex-feirante, porém, virou a seu favor essa situação adversa. Aproveitando a lábia cultivada em anos de pregão nas ruas, partiu para o segmento de vendas diretas, primeiro oferecendo carnês e, depois, cosméticos. Foi nesse ultimo filão que ele se encontrou. Hoje, Pólvora emprega trinta profissionais, que o, auxiliam na revenda de produtos de quatro empresas - e recolhe para si cerca de 15000 reais por mês. O paulistano Daniel Castro não foi premido pela necessidade, como Pólvora. Mas chegou a um resultado similar. Em 2009, trocou a segurança do expediente em uma empresa de energia elétrica, onde trabalhara por dez anos, por uma aposta aparentemente incerta: foi fechar pacotes de viagem em uma agência de turismo que opera com vendas diretas. Descobriu um talento insuspeito para abordar potenciais clientes e persuadi-los. Fatura em média 13000 reais mensais, mais de quatro vezes o antigo salário. Em março, um mês de grande movimento, bateu um recorde na empresa, atingindo 35.000 reais.


Atividade quase tão antiga quanto a própria humanidade, a venda direta – ou de porta em porta, como era chamada – resiste até às mais profundas transformações sociais e econômicas. As cidades hoje proporcionam infinitas oportunidades de consumo, e a Internet se converteu em um poderoso motor de negócios. Mas, conforme indicam os números essas facilidades em nada diminuem o apelo ao vendedor que vai até o freguês, demonstra-lhe as supostas virtudes do seu produto e propicia-lhe, ainda, uns tantos minutos de atenção exclusiva e bate-papo. “O brasileiro é muito sociável, e aprecia esse contato pessoal no ato da compra”, diz Paulo Quaglia, da Avon e também presidente da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).



Nem todas as histórias de indivíduos que se aventuram nesse segmento resultam tão róseas quanto as de PóIvora e Castro. Mas muitas, sim, evoluem para a satisfação. Hoje, segundo a ABEVD, há no país 2,5 milhões de revendedores, e o setor passa por um crescimento explosivo. No ano passado, esse exército vendeu 1,7 bilhão de itens, de cosméticos a suplementos alimentares, livros e utensílios domésticos, e movimentou 21,8 bilhões de reais – 18,4% a mais que em 2008. O primeiro trimestre deste ano confirmou a curva ascendente: venderam-se 5,2 bilhões de reais, um aumento de 19% sobre o mesmo período de 2009. Segundo os executivos do setor, muito desse impulso decorre da elevação de milhões de brasileiros à classe C, à qual chegam ávidos por consumir. Para esse novo freguês, o produto que vem até a sala de sua casa é virtualmente irresistível. É desse meio, também , que saem muitos dos vendedores: para a grande maioria, o porta em porta é apenas um reforço no orçamento doméstico, e raramente rende mais de 500 reais por mês. Mas, dado o ímpeto do setor, já se observa também um contingente expressivo de pessoas que se dedicam exclusivamente a essa atividade e, com êxito nela, sobem alguns degraus na pirâmide social.


Para melhor visualizar o descrito na figura acima transcrevo nos dois quadros abaixo


Tradicionalmente, a venda direta era quase um passatempo para mulheres que, em escala modesta, ofereciam seus produtos a parentes, vizinhos e amigos. Na ultima década, esse perfil se alterou. Em algumas empresas, os homens já somam 40% dos revendedores. Também se tem verificado um maior ingresso de jovens, em particular universitários que desejam ganhar dinheiro sem comprometer as horas necessárias aos estudos. “e muitos jovens nos procuram para revender nossos produtos em seu círculo social”, diz Marcelo Salcberg, diretor-geral no Brasil dos suplementos alimentares Herbalife. Na MonaVie, especializada na venda direta de sucos exóticos, um terço dos distribuidores tem entre 18 e 24 anos. Quase todas as empresas premiam os associados que conseguem atrair para suas fileiras novos vendedores – na forma de produtos ou de uma percentagem sobre as vendas dos novos membros. E, entre essas, todas insistem para que se busquem colaboradores mais jovens e instruídos. “constatou-se que, para atingir um público maior, era preciso diversificar o perfil dos vendedores”, diz Charles Szulcsewski, coordenador de pós-graduação em gestão de vendas da Escola Superior de propaganda e Marketing. Confirma Paulo Quaglia: “Hoje há nichos de vendedores mais bem preparados, que buscam sua independência financeira”.
Para alguns profissionais, a venda direta pode ser uma tábua de salvação: são aqueles que perdem o emprego depois dos 45 anos e encontram dificuldade para se reintegrar no mercado de trabalho. Com experiência e boas redes de relações já constituídas, essas pessoas muitas vezes se tornam vendedores de êxito.



É, sim, possível viver (e muito bem) de vendas diretas, como prova a trajetória da família Cristóvão, de Ribeirão Preto – que chegou a ter duas locadoras de vídeo, mas abandonou o negócio ao constatar que ganhava mais revendendo os produtos da Herbalife. Um sucesso dessa monta, porém, demanda preparo, dedicação – e, sim, certa vocação inata para as vendas.
As exigências formais para o candidato a revendedor são tão generosas quanto possível: basta ter 18 anos e vontade de trabalhar. Soma-se às facilidades o fato de que quase todas as empresas oferecem treinamento e são marcas bem estabelecidas, que investem pesado em publicidade – ou seja, arcam com a parte do leão na tarefa de persuadir o freguês da qualidade de seus produtos. Também o investimento inicial requerido do candidato é baixo: as empresas em geral pedem que o vendedor compre um kit mínimo de produtos, relativamente fácil de revender. A partir daí, não é mais necessário sacar do próprio bolso. A média de lucratividade na venda é de 30%. Com tais atrativos, não é de admirar que muitos se lancem na aventura de forma meio errática, dedicando-se nos primeiros meses e depois, quando o entusiasmo arrefece, voltando a atividade só quando a necessidade aperta. Isso porque, se é fácil vender um pouco de vez em quando, a alternativa – a profissionalização – demanda atributos bem específicos, a começar pela facilidade para construir boas relações (veja figura acima). Os empresários da ABEVD não gostam da expressão “porta a porta”, e com razão: não é boa estratégia bater à porta de desconhecidos para empurrar catálogos que eles vão ver de má vontade. O revendedor eficaz tem de criar e – o mais difícil – manter uma rede fiel de clientes. “O profissional tem total liberdade para revender os produtos da maneira que se adéque ao perfil dele. Quanto mais criativo ele for, quanto mais idéias tiver para aumentar sua rede, mais sucesso vai fazer”, diz Quaglia.
O revendedor faz seu próprio horário e carrega sua própria loja, na forma de catálogos e mostruários. Mas deve estar ciente que representa uma empresa – e, para vender mais, deve fazê-lo com empenho e dignidade. A comunicação é a proverbial alma do negócio. Erros de português, por exemplo, arrasam a credibilidade. A aparência também é essencial: não dá para vender produtos de beleza com o rosto coberto de acne, ou dietéticos quando se está vários números acima do que o figurino recomenda. De importância capital, ainda, é a convicção: o freguês em geral não é bobo, e fareja de longe os sinais de que o vendedor está tentando empurrar-lhe um produto que ele mesmo não usaria.



O momento de risco real, afirmam os especialistas, é aquele em que o novato eufórico com bons resultados iniciais decide trocar um emprego estável pela revenda em tempo integral. A um mês de ótimo faturamento, podem se suceder outros de vacas magras: toda forma de comércio está sujeita a ciclos sazonais, como picos de venda no Natal seguidos de baixa em janeiro, por exemplo. “Antes de um ano, é loucura largar o emprego”, diz Szulcsewski. – que recomenda até mais prudência: dezoito meses seria o tempo ideal para pesar a fidelidade da freguesia, a regularidade e organização do próprio vendedor e o retorno das suas vendas.



Em favor dos que acreditam reunir as qualidades necessárias, existe a oferta cada vez maior de empresas em busca de representantes. Os cosméticos são ainda o carro-chefe do setor, com a Avon reunindo o maior número de revendedores – 1,1 milhão. O catálogo da empresa, porém, diversificou-se, e sua venda de livros corresponde a uma fatia expressiva do mercado editorial brasileiro (veja o quadro “Os soldados do livro”). O turismo é uma novidade no setor: criada em 2006, a Viagens WOW!, braço da agência paulista Embarque Nessa, já conta com 10.000 “agentes de lazer” em todo o país. Esse vigor das vendas diretas se traduz na competição acirrada das empresas pelos melhores profissionais. Em 2006, o Grupo Silvio Santos lançou a Jequiti, marca de cosméticos distribuída apenas em venda direta (e que conta com o SBT como um canal de publicidade privilegiado). Há dois anos, ela fez uma varredura no mercado: tirou vinte profissionais da concorrência, entre diretores e gerentes. Só de revendedores, já tem 117.000. Empresas que se estabeleceram segundo outros modelos também estão ingressando no segmento. Fundado em 1977 e com quase 2900 lojas franqueadas, O Boticário vem tirando dirigentes de seus competidores e está preparando catálogos de venda direta para teste em duas cidades, no Nordeste e no Sudeste. São regiões estratégicas: o Sudeste concentra o maior volume de vendas, enquanto o Nordeste apresenta o maior potencial de crescimento. Para quem é organizado e tem aquele jeitinho todo especial pelo qual se reconhecem os bons vendedores, portanto, esse mercado é hoje espaçoso como um coração de mãe: de norte a sul, tem sempre lugar para mais um.

Os soldados do livro

As pedaladas de Edna Ferreira são famosas em Cabreúva, cidade de 42.000 habitantes a 80 quilômetros de São Paulo. Todos os dias, ela passa até seis horas percorrendo o bairro do Jacaré, o mais populoso do município. "Quando chego, as pessoas gritam de longe me chamando para um café”, diz. Edna começou a pedalar por recomendação medica, após uma cirurgia de redução de estômago. Desde 2003, porém, quando passou a revender produtos da Avon, a bicicleta é seu meio de transporte num percurso que inclui bancos, delegacias, a prefeitura, escolas, um açougue e a casa de clientes ávidos por seus catálogos, com produtos que vão de batom a sapatos. Mas são os livros que tem despertado a curiosidade dos cabreuvanos. “Tenho clientes sedentos por eles", diz Edna. Cabreúva é uma das 1600 cidades brasileiras sem livrarias. O país possui cerca de 2600 livrarias - pouquíssimas, com o desequilíbrio adicional de metade delas ficar em grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. O trabalho de Edna é, assim, ilustrativo da função extraordinária de milhares de ambulantes: batendo de porta em porta, eles vêm formando uma legião de novos leitores. Em 2008, 29 milhões de livros foram distribuídos por venda direta no Brasil – ou 13% do total, à frente da internet. Embora os números ainda não estejam tabulados, uma nova pesquisa indica que o crescimento prosseguiu em 2009. A Avon é a principal responsável por essa expansão, graças a um exército de mais de 1,1 milhão de revendedoras. A empresa decidiu incluir os livros em seu catálogo em 1993. “De início, era uma experiência. O grande achado foi reduzir os custos dos livros, para que um maior número de pessoas com poucos recursos pudesse ter acesso a eles”, diz o peruano Luis Felipe Miranda, presidente da Avon no Brasil. Os títulos passam por uma remodelação antes de entrar nos catálogos. A maioria das vinte editoras que possuem, contrato com a empresa produz edições compactas, sem orelha, com capa simples e letras mais apertadas – o que derruba os custos em ate 50%. Os best-sellers e os livros voltados para as classes C e D figuram entre os mais procurados. Ou seja, vendem-se multo a saga Crepúsculo e volumes de auto-ajuda como Nunca Desista de Seus Sonhos, de Augusto Cury. Mas são um sucesso também títulos como Clique e Descomplique, que ensina a usar programa básicos do computador, e Concursos Públicos, um guia sobre matérias que caem em concursos. Já a Melhoramentos produz para a Avon edições infantis com atrativos extras, como quebra-cabeças e imãs, e preço maior – mas parcelável em até dez vezes. "É uma chance única de explicar pessoalmente ao consumidor o que é o produto”, diz Breno Lener, diretor da editora.



A idéia de vender livros no catálogo tem chamado a atenção em outros países onde a Avon atua, como Venezuela e Colômbia: o produto é rentável e presta um serviço à sociedade. “É o maior orgulho chegar às reuniões que faço com os vice-presidentes de fora e falar do nosso sucesso com livros”, diz Miranda. “O mais importante é saber que criamos o hábito da leitura em pessoas que não tinham”.



Próximo artigo recomendado: Negócio Explosivo

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O QUE MARKETING DE REDE REPRESENTA


“O Marketing de Rede utilizou o conceito de franchising, oferecendo aos empreendedores independentes um negócio de baixo risco, com toda a estrutura necessária e a possibilidade de se construir uma fonte de renda crescente a partir daí. Com algumas centenas de dólares, é possível adquirir o kit de vendas, todo o material de treinamento necessário e um estoque de produtos para começar logo a trabalhar”.
(John Milton Fogg)

O Marketing Multinível, amado ou ignorado, cresce como ideal para todos que o conhecem profundamente.
Mais que a chance de se fugir da ordinária dependência salarial – para as pessoas físicas – e de se atingir qualidade total – para pessoas jurídicas – este “negócio” representa uma revolução em toda a estrutura sócio-econômica que nós conhecemos.

Imagine que as empresas, ao adotarem sistemas de MMN – Marketing Multinível – diminuem seus gastos com publicidade e promoção de massa; aumentam sua força de vendas sem a necessidade de abrir novas lojas; terceirizam recrutamento, treinamento e motivação de novos vendedores; enxugam seus gastos com encargos sociais; adquirem um índice de fidelização muito acima da média; mantêm um cadastro atualizado de todos os seus consumidores e distribuidores; atingem crescimento exponencial em seu faturamento; iniciam expansão internacional com grandes facilidades; novos produtos e serviços são imediatamente absorvidos por grande parte dos seus consumidores …
As pessoas, por sua vez, ao desenvolverem parceria com alguma empresa de Marketing Multinível, podem ter os seguintes benefícios: abrem seu próprio negócio com investimentos irrisórios e potencial ilimitado; recebem treinamento individual e coletivo; seguem um padrão de sucesso comprovado; dobram ou triplicam suas receitas a curto prazo; têm mobilidade para trabalhar em qualquer horário; obtêm uma renda residual independente da sua presença física; constroem um patrimônio que pode ser vitalício e hereditário; expandem seus negócios para outros estados e países; atingem segurança financeira e liberdade de trabalho; recebem prêmios, viagens e reconhecimento público por sua atuação destacada; aumentam seu convívio social, inclusive com outras classes, etnias, religiões, nacionalidades …
Socialmente, a contribuição do Marketing Multinível é ainda mais expressiva.

Há muitos anos, as riquezas do mundo circulam, circulam e tendem a se acumular no patrimônio de quem já têm mais dinheiro. Como resultado, vemos as diferenças sócio-econômicas ampliadas a cada dia.
Não tenho dúvidas de que o principal problema do sistema capitalista se resume na famosa frase “dinheiro atrai dinheiro”, responsável pela mão única que escoa as riquezas do mundo para os mesmos pólos concentradores.
É exatamente neste ponto que o Marketing de Rede ganha força, pois permite que pessoas de baixo poder aquisitivo, às vezes sem instrução, possam ascender na escala social é melhorar de vida.

Ao solucionar brilhantemente o curso destas águas, funcionando como um fator de inversão inteligente e acessível a praticamente todas as pessoas, o Marketing Multinível pode, a médio prazo, unir e ampliar os mercados consumidores de todo o planeta.
Logicamente, as dificuldades ainda são maiores para quem mora longe das reuniões, não têm condução ou não têm dinheiro para investir tanto em produtos e treinamento, porém, como disse Charles Paul Conn em seu livro “Le rêve possible”: “Network Marketing oferece um sonho – que não é apenas um sonho – mas um sonho possível !”
Outro mérito do Marketing de Rede é a formação de um mercado abundante e ilimitado, onde o desemprego, ou melhor, a falta de trabalho, tende a desaparecer.

Eliminando parte destas varizes financeiras e criando um novo fluxo de distribuição de dinheiro baseado apenas na capacidade pessoal que cada um tem de trabalhar e produzir resultados, o Marketing de Rede pode vir a se tornar a grande profissão do futuro.
Com a maioria das etapas de produção delegadas aos computadores, é possível que a saída do “mundo sem empregos” de William Bridges seja a transformação de cada indivíduo em uma franquia de distribuição independente, que crescerá do zero à posição que mereça por seu trabalho. Além disto, pelo controle de um expressivo mercado consumidor, os distribuidores de destaque terão o poder de negociar preços cada vez mais competitivos com as suas empresas fornecedoras.

A partir do momento em que todas as pessoas podem se associar a empresas de MMN, vender produtos e gerar receita, todos podem consumir mais produtos e o dinheiro pode circular de mão em mão, formando um ciclo auto-sustentável.
Aplicado a quase todas as áreas comerciais com perfeição, o Marketing Multinível nada mais é do que a transformação das estruturas hierárquicas rígidas em uma imensa rede democrática de contatos comerciais. A riqueza de berço não mais garantirá aos herdeiros uma vida de excessos às custas do proletariado excluído da economia, visto que qualquer pessoa poderá iniciar um negócio próprio e ascender socialmente, se assim quiser.
Não é fácil juntar todas as peças, o assunto nunca se encerra, a cada dia surgem novidades e ainda estamos muito longe da perfeição, porém o Marketing Multinível é, sem sombra de dúvidas, o melhor caminho para se equilibrar a má distribuição de renda do nosso planeta.

Dentro deste novo quadro social, me assusta e fascina acreditar que estamos perto de um socialismo ideal, baseado (pasmem) na livre iniciativa!
Os meios de produção não são mais as maquinarias caras e segregadoras, mas as habilidades de se comunicar, vender, prestar bom atendimento, ajudar outras pessoas, ensinar, ser sincero … habilidades pessoais que todos – independendo de raça, credo, origem social, nível cultural e sexo – podem desenvolver a partir de seu interesse e esforço pessoal!

Eduardo e Andreia Carvalho

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

NEGÓCIO EXPLOSIVO


O que é um negócio explosivo? É um tipo de negócio, normalmente na tendência de mercado, onde você pode iniciar com um pequeno investimento e tem a possibilidade de propiciar um crescimento rápido, desde que você se dedique e siga os ensinamentos passados pelos líderes.
O especialista e consultor deste segmento de mercado que está inserido na maior tendência de mercado, Sergio Buaiz não só escreveu um livro baseado em sua experiência prática e teórica neste segmento de mercado.

O livro “Multinível Explosivo” de Sergio Buaiz é uma referência de treinamento para este segmento de mercado que, como os números comprovam, explodirá no Brasil.
O Sergio Buaiz desenvolveu uma apresentação em vídeo para comprovar o descrito acima. Assista e tire suas próprias conclusões.

Vídeo 1: NEGÓCIO EXPLOSIVO! (40 minutos)
Descrição: Apresenta números impactantes de crescimento do Marketing Multinível. Auxilia no recrutamento.
http://profissional.multinivel.com.br/video.php?v=9812441

O vídeo completo está dividido em quatro partes de aproximadamente 10 min. por parte. Após o término de cada parte clique em próximo ou no número relativo a próxima parte.

O vídeo 2 já faz parte do treinamento inicial que será divulgado após o seu cadastro na empresa ligado(a) a minha equipe, bem como todas as ouras informações iniciais para o seu sucesso, vide descrito no artigo inicial enviado.


Próximo artigo recomendado: Instinto Empreendedor

quarta-feira, 7 de julho de 2010

INSTINTO EMPREENDEDOR


O Instinto Empreendedor implica em características que predispõem algumas pessoas, mais do que outras, à perseverança, a assumir riscos e a confiar na própria intuição. Tem que ter uma enorme força de vontade para mudar. Querer sair da “zona de conforto”. Dominar a própria natureza para conquistar algo maior. Superar ou ir em frente apesar do medo. Estar disposto a fazer um esforço tremendo quando necessitar fazer o que não gosta de fazer como, por exemplo, voar em avião se não gosta de voar, vender se não gosta de vendas (todo negócio comercial está ligado a vendas seja de produtos ou serviços).
Todo empreendimento começa com uma oportunidade, uma pessoa e uma idéia. Nós temos a oportunidade e várias idéias e estamos em busca de pessoas que estejam dispostas a aprender a trabalhar as idéias para tirar proveito da oportunidade. Se a pessoa não tiver instinto empreendedor é provável que a idéia não vá muito longe. É necessário que a pessoa esteja disposta a trabalhar duro. Não existe negócio mágico. Dinheiro não cai do céu. Quanto maior sua expectativa de ganho mais difícil será para atingi-la. Todas as propostas de ganhar dinheiro fácil são falsas e você estará sujeito a perder dinheiro. Evite este tipo de proposta.
Existem cinco aspectos amplos de nossa personalidade que os cientistas dizem ser altamente hereditários – lembro que cada pessoa tem uma combinação única de cada em destes aspectos ou traços.
Os cinco grandes traços são:
1. Abertura para experiências;
2. Consciência;
3. Extroversão;
4. Afabilidade;
5. Neurose.

Para você saber qual a sua possibilidade em relação a ser um empreendedor e ter sucesso existe um Teste de Personalidade Empreendedora que vou colocar neste artigo.

Procure responder às perguntas do teste abaixo marcando A ou B e me envie por e-mail para fernando.matteoli@gmail.com. A forma como você irá responder e me enviar já fará parte do teste.









Próximo artigo recomendado: As 10 Principais Diferenças Entre os Milionários e a Classe Média

quinta-feira, 1 de julho de 2010

COMO ANALISAR UM NOVO NEGÓCIO


Quando for analisar um novo negócio a primeira coisa a e a mais importante a ser analisada é se a mecânica deste novo negócio pode levá-lo a atingir o seu objetivo em termos de ganho mensal.
Como saber se a mecânica do negócio consegue levá-lo a atingir o seu objetivo de ganho mensal? Procurando saber se existem pessoas de sucesso e até que nível de ganho mensal elas conseguiram chegar. Se alguém conseguiu chegar ao nível que você quer chegar é porque é possível e viável. Lembre-se, quanto maior o nível mais difícil fica para as pessoas chegarem lá. Em todo negócio a maioria das pessoas falha ou fracassa em ter sucesso. Falha ou fracasso significa desistir. Se uma ou várias pessoas conseguiram sucesso é porque comprovadamente o negócio funciona, são estas pessoas a quem você deve pedir opinião sobre o negócio. Pessoas falham ou fracassam por que não têm alguns dos requisitos básicos para chegar ao sucesso. Quais são estes requisitos? Eu vou lhe ensinar quando você se associar a minha equipe. Como? Você terá acesso a outro BLOG com estas informações e muitas mais.


Um requisito importante e que quero mencionar aqui é o instinto empreendedor e este será assunto para outro artigo neste BLOG.


Existem mais quatro itens fundamentais que devem ser analisados em um negócio novo para que você consiga diminuir os riscos e aumentar as suas chances de sucesso, quais sejam:
1. A tendência do mercado para este negócio;
2. O produto ou serviço se é ÚNICO e CONSUMÍVEL;
3. O momento certo;
4. Alavancagem ou fator Multiplicador.


Para você ter uma completa explicação dos quatro itens acima veja o vídeo do Tim Sales e do Dr. Charles King, Professor de Doutorado da Universidade de Ilinois no endereço do MAGNET SYSTEM a seguir www.themagnetsystem.com/videomlm (se o vídeo não iniciar automaticamente clique no play).


Ao desconsiderar os itens acima você terá uma grande chance de se tornar parte da estatística dos 95% (noventa e cinco por cento) dos negócios que fracassam até o quinto ano.
O BLOG O Investidor Experiente (http://oinvestidorexperiente.blogspot.com/) inclui as informações necessárias e suficientes para uma excelente análise da oportunidade oferecida no nosso site O Segredo do Dinheiro. Decidindo fazer parte da nossa equipe você poderá conseguir uma renda extra sem ter que deixar sua atividade atual, ou seja, emprego ou negócio. Também poderá chegar a INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA ou conseguir complementar sua aposentadoria. Basta ter a visão das possibilidades do negócio. Os que são empreendedores terão. Os outros não. Saiba o porquê no artigo Instinto Empreendedor.


Próximo artigo recomendado: Como Ser Um Investidor Experiente

sábado, 12 de junho de 2010

O SEGMENTO DE VENDAS DIRETAS


Quando falamos em “VENDAS” algumas pessoas não querem saber, pois não gostam de vendas por diversos motivos, quais sejam:

1. Acham que não têm jeito para vender por que nunca venderam nada para ninguém (neste caso estão muito enganadas, veja na seqüência do artigo);
2. Acham que têm que “empurrar um produto”, portanto, se tornariam chatas;
3. Já tiveram experiência negativa com algum vendedor, etc.

Mas, se você quer ter SUCESSO e conseguir chegar a LIBERDADE FINANCEIRA e realizar seus sonhos terá que se envolver com a comercialização de algum produto ou serviço, ou seja, a VENDA estará envolvida e você terá que aprender a vender. Tem pessoas que já nascem com o dom para vender, são poucas. À maioria das outras pessoas aprende as técnicas de vendas.

A arte de vender significa a arte de comunicar a uma pessoa os benefícios de um produto ou serviço e enquadrá-lo nas necessidades desta pessoa. Quando isto acontece à venda está realizada.

Em tudo na vida temos venda. Não se iluda todos os dias e em tudo a venda está envolvida. Por exemplo: quando acordamos pela manhã nos preparamos para vender a nossa imagem a alguém, ganhamos em troca, não dinheiro, mas respeito, amizade, consideração, confiança, carinho, amor. Quando trabalhamos e somos assalariados, vendemos nosso serviço a um patrão e ganhamos em troca de um salário.
Existem vendas que fazemos sem nos darmos conta e da qual não ganhamos nada em troca. Por exemplo, ao irmos ao cinema e assistirmos a um bom filme, indicamos este filme a várias pessoas, ou seja, por “indicação”, vendemos o filme para o dono do cinema sem nenhum pagamento em troca (aqui podemos ressaltar as duas coisas mencionadas acima, ou seja, benefício = boa diversão, necessidade = necessidade de uma boa diversão). Outro exemplo muito comum é o de um restaurante de que gostamos. Também vendemos a sua comida e o seu serviço a várias pessoas por “indicação”, sem nenhum ganho. Da mesma forma indicamos médicos, dentistas, fisioterapeutas, esteticistas, nutricionistas, advogados, etc. A “indicação” só acontece quando o produto ou o serviço é de qualidade e muito bom.

A nossa oportunidade se enquadra perfeitamente neste tipo de venda, ou seja, a “VENDA POR INDICAÇÃO” (só que com retorno financeiro), devido a produtos de alta qualidade e de resultados muito bons em vários aspectos. Chamamos também de compartilhar resultados. De qualquer forma existem muitas técnicas de vendas que são ensinadas que fazem com que a pessoa peça para comprar sem que você diga que quer vender. Nós as ensinaremos a você.
Quando falamos de oportunidade estamos falando de um negócio e negócio é diferente de emprego, ou seja, é necessário um pensamento empreendedor ou um instinto empreendedor e saber que estará envolvido com comercialização de produtos ou serviços. Neste caso a venda terá que acontecer. O “instinto empreendedor” será motivo de outro artigo. Quanto à venda falaremos a seguir.
Como estamos falando de venda temos que falar do segmento em que nós estamos associados, ou seja, à VENDA DIRETA.
O Segmento das Vendas Diretas é o único segmento que no ano passado não teve recessão com um crescimento de 14.1% no ano. Veja, abaixo, a reportagem do Jornal Empresas & Negócios de São Paulo que saiu na página 5 do dia 24 de fevereiro de 2010.


E do resultado do primeiro trimestre de 2010 que saiu no Jornal Diário do Comercio de Belo Horizonte na página 15 do dia 13 de maio de 2010.
Veja o vídeo no final do artigo
Vídeo - Vendas Diretas Negócio do Momento

Este segmento é regulamentado nos EUA pela DSA (Direct Selling Association ou Associação de Vendas Diretas) e no Brasil pela ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas). Estas associações definem regras, normas relativa ao funcionamento e a ética do mercado de vendas diretas.
É chamado de “VENDA DIRETA” porque a venda é feita por uma pessoa física, normalmente qualificada como autônoma, diretamente da fábrica ou do depósito da fábrica ao consumidor final. O “vendedor” é chamado de REPRESENTANTE, CONSULTOR ou DISTRIBUIDOR. É normalmente uma pessoa que trabalha a partir de casa. Não necessita de um ponto de vendas, seja ele loja, quiosque ou sala comercial.

SISTEMAS DE TRABALHO E VENDAS

Existem hoje vários métodos de trabalho. Com os problemas da vida moderna, principalmente nas grandes cidades o método de trabalho conhecido como porta-a-porta, não é mais usado. Cito, abaixo, alguns dos métodos mais usados:

1. O método mais usado e universal é a venda por catálogo feita de várias formas ou técnicas;
2. Outro método muito usado é o de indicação;
3. Um dos mais eficazes é o de demonstração de alguns produtos;
4. Método que dá muito resultado é a festa de inauguração e a festa de apresentação dos produtos aos amigos com uma comissão ao anfitrião pelo convite e uso do espaço;
5. A pesquisa de satisfação é um método recente e de muito resultado;
6. A Internet hoje é um método da era da Informatização e do conhecimento.

Existem vários outros métodos, um deles certamente combinará com o seu perfil, mesmo que você nunca tenha vendido nada e efetivamente não goste de venda.
Com o uso dos produtos você compartilha resultado, ou seja, e como ir ao cinema e assistir a um filme bom e compartilhar com parentes e amigos que você gostou do filme. Ou ir a um restaurante bom e informar aos parentes e amigos, ou ir a um médico, dentista, etc. e indicar o serviço destes profissionais para pessoas amigas. Este tipo de indicação é a forma mais eficaz de venda. Acontece que na maioria delas você não recebe nenhuma remuneração ou percentual pela venda feita.
Existem dois tipos de sistema de remuneração:

1. O sistema MONONÍVEL que apenas remunera pela comissão direta ao Representante ou Consultor. Normalmente ele tem um desconto na compra do produto na fábrica e coloca o markup (percentual de lucro) no produto para vendê-lo a um cliente. Este sistema só permite remuneração limitada por que não permite a duplicação.
2. O sistema MULTINÍVEL que remunera de várias formas ao Distribuidor, ou seja, comissiona pela venda dos produtos e pelo desenvolvimento de uma rede de distribuição através da duplicação e do ensino a outro Distribuidor das formas de trabalho. Temos a remuneração pela venda, pelo atacado, pela equipe e pelos líderes. A vantagem é que os rendimentos são ilimitados devido a possibilidade da duplicação e da alavancagem.

VANTAGENS DO SISTEMA MULTINÍVEL

As vantagens são muitas como citarei a seguir:

1. Você trabalha como um autônomo;
2. Não tem patrão;
3. Não precisa de funcionários;
4. Define o seu horário de trabalho;
5. Trabalho em tempo parcial ou integral;
6. Registro Simples;
7. Não precisa ter um CNPJ ou empresa registrada;
8. Rendimentos imediatos;
9. Pode trabalhar a partir de casa sem a necessidade de ter loja ou escritório;
10. O investimento é baixo;
11. Lucros diários e imediatos;
12. Não depende de habilidades prévias;
13. Treinamentos sobre tudo do negócio e constantes, inclusive sobre administração financeira, administração do tempo e motivação para o sucesso;
14. Empresa cuida da sua contabilidade em relação a movimentação dos produtos;
15. Comprar produtos com descontos para próprio uso;
16. Possibilidade de uma renda extra e de começar um “PLANO B” para a hipótese de sair do emprego;
17. Possibilidade de criar uma segurança financeira para complementar a aposentadoria;
18. Possibilidade de Liberdade Financeira.

Com tantas vantagens e com baixo risco e baixo investimento porque não experimentar?
Você pode trabalhar em tempo parcial, ou seja, enquanto você trabalha em tempo integral na sua sobrevivência, você trabalha em tempo parcial na sua LIBERDADE FINANCEIRA ou sua aposentadoria. Foi o que eu fiz e hoje trabalho em tempo integral na minha liberdade financeira e na minha aposentadoria. Estou também gerando uma herança financeira para minha filha.



Próximo artigo recomendado: O Exército das Vendas

quarta-feira, 2 de junho de 2010

COMO SER UM INVESTIDOR EXPERIENTE


Como se deve agir em relação ao dinheiro

O dinheiro tem de trabalhar para você. Procure ser um INVESTIDOR
Ter formas de rendimento suficientes para que mesmo que você não trabalhe continue a ter rendimentos mensais.
Crie um muro financeiro indestrutível à sua volta.

Múltiplas fontes de rendimento

O autor americano Robert G. Allen no seu livro "Multiple Streams of Income" (Múltiplas Fontes de Renda) apresenta uma das idéias mais poderosas sobre rendimento que é diversificar as fontes de rendimento.
Claro que há autores que defendem o contrário, eles sustentam que a diversificação retira o foco, fazendo com que não se faça nenhuma das coisas bem-feita.
Quando você tem dinheiro para investir nunca deve colocar tudo numa só aplicação. Você deve diversificar em diversas aplicações, pois aumenta as possibilidades de ganho e diminui o risco.
Se você diversificar em várias fontes de rendimento, quando uma estiver com baixo rendimento você sempre terá alguma outra com alto rendimento.
Se as fontes de rendimento estiverem interligadas de tal forma que uma potencialize a(s) outra(s) melhor ainda. Também não haverá problema de foco, pois as fontes de renda se potencializam entre si.
Sendo assim recomendo às pessoas que diversifiquem as suas fontes de rendimento para além do seu emprego ou até mesmo dos seus negócios tradicionais neste caso você deve estar de alguma forma envolvido com a Internet e a indústria de negócios a partir de casa.

Leverage (alavancagem), direitos autorais

Outro conceito interessante que você deve seguir é orientar as suas fontes de rendimento para que tenham de ter alguma forma de leverage
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Leverage em português quer dizer alavancagem (duplicação, multiplicação), não existe uma palavra correta para transmitir a idéia, por isso vou explicar.
Invista em negócios que lhe permitam fazer o trabalho uma única vez e continuar repetidamente a receber por isso.
As grandes fortunas que permitem que a pessoa tenha qualidade de vida têm este princípio. Por exemplo, os escritores, os compositores, os cantores recebem royalties como direitos autorais pelo seu trabalho, no final da obra feita e do processo de promoção executado e continuam sempre a receber. Estes rendimentos são vitalícios (por toda a vida) e hereditários (de pai para filho, por gerações). Elvis Presley é um excelente exemplo, ele já morreu há muitos anos e continua a gerar uma fortuna em Royalties.

A boa notícia é que você não precisa ser um cantor ou escritor para ganhar royalties, você saberá aderindo a nossa oportunidade como poderá ter acesso a este tipo de rendimentos também, inclusive com duas formas concretas e prontas para poder começar imediatamente!