segunda-feira, 16 de agosto de 2010

FORMAS DE GANHO DE DINHEIRO - QUAL O SEGREDO DO SUCESSO?


No nosso mercado de trabalho e, mesmo, no mercado financeiro global existem somente quatro grandes formas de ganho de dinheiro. Duas formas de ganho te levam à sobrevivência e duas à riqueza, mas apenas uma delas à LIBERDADE FINANCEIRA. Você pode ter uma explicação mais profunda no livro “Cash Flow Quadrant” (Quadrantes de Fluxo de Caixa, ainda não traduzido para o português) do Robert Kiyosaki, empresário americano de sucesso e autor de vários livros. O mais conhecido é o livro “Pai Rico, Pai Pobre”, já traduzido e publicado no Brasil. Neste momento não estou lhe sugerindo ler o livro e sim ver o vídeo, no final deste artigo, que resume de forma brilhante o as formas de ganho e como conhecer um tipo de negócio que o próprio autor (Robert Kiyosaki) chama de NEGÓCIO PERFEITO.

Vou fazer uma aqui uma descrição resumida das formas de ganho de dinheiro.


A primeira grande forma de ganho e a que, por ter o menor risco, ser recomendada por nossos pais e teoricamente ser a mais segura, tem o maior número de pessoas é como um EMPREGADO. O empregado trabalha para um patrão. Todo empregado trabalha pelo dinheiro recebendo um salário fixo mensal ou um salário fixo mais uma comissão (quando se trata de um vendedor). Esta forma de ganho nunca levará qualquer pessoa a uma situação de liberdade. Você vai apenas conseguir sobreviver e pagar as suas contas do mês. Se conseguir sobreviver e ficar empregado até a aposentadoria, terá uma aposentadoria que não atenderá às suas necessidades. Quando mais precisar não terá dinheiro para um bom plano de saúde e até para pagar os remédios necessários à sua sobrevivência. Quem está neste primeiro quadrante provavelmente já engavetou todos os sonhos. A estimativa atual é de que, em média, todo aquele que trabalha como assalariado passa por, pelo menos, 12 a 14 empregos antes de se aposentar. Permanecer na condição de assalariado é para quem não gosta de se arriscar e está acostumado a viver na “zona de conforto”, ou seja, ganhar apenas o suficiente para sobreviver e sem nenhum objetivo maior de realização na vida. Muitos procuram uma saída, mas fazem isso mais por curiosidade, pois na hora da ação têm medo e sempre surgem com uma desculpa, como, por exemplo:


1. Não tenho dinheiro;
2. Não tenho tempo;
3. Quando meu filho crescer...;
4. Quando terminar meus estudos ...;
5. Se a minha esposa concordar...;
6. Se a economia melhorar...;
7. Não tenho habilidades, etc.

O livro “Como Você Pensa Enriquece” (nova edição) de Napoleon Hill descreve 52 “SE” de desculpas. A verdade é que se você realmente quer uma coisa com MUITA DETERMINAÇÃO você entra em ação não importando os problemas que tenha que enfrentar. Você passa por cima de todos eles. É por isso que muitas pessoas só tiveram sucesso depois de um grande fracasso ou situação desesperadora, que as conduziu ao fundo do poço e, em decorrência desse fato, aí sim, tomaram a decisão de agir com grande determinação.


A segunda grande forma de ganho envolve a atuação como um PROFISSIONAL AUTONÔMO ou como um PROPRIETÁRIO de uma pequena empresa, onde, normalmente você é o patrão e também o empregado, e/ou tem poucos empregados. A geração da renda depende quase que exclusivamente de você. Você não pode parar de trabalhar, pois a geração de renda cessa. Se por um lado, esta forma de ganho de dinheiro é boa por não ter a figura do patrão. Por outro lado, leva a dois extremos, que se transformam em problema: (i) sem patrão para dizer o que fazer e cobrar acontece perda de receita para quem não tem disciplina para trabalhar sem ser cobrado, e/ou tem preguiça, resultando em não fazer nada; ou, (ii) pode levar a um trabalho excessivo, sem descanso, o que muitas vezes conduz ao pagamento de um alto preço no futuro com algum sério problema de saúde. A questão maior envolvida nessa forma de ganho é a da nossa própria limitação, que nos conduzirá a viver de forma semelhante a um assalariado sem um salário fixo. É necessário, ainda, providenciar um seguro para a eventualidade de não poder trabalhar por um período. Nessa categoria temos os profissionais liberais como: Dentistas, Advogados, Médicos, Arquitetos, Engenheiros, Fisioterapeutas, Esteticistas, etc. Também temos os donos de pequeno comércio.


Estas duas grandes formas de geração de receita estão do lado do PAI POBRE, ou seja, você não irá ficar rico ou ter LIBERDADAE FINANCEIRA (dinheiro e tempo livre para gastá-lo).


Do lado do PAI RICO temos:


A terceira grande forma de ganho é ser o DONO DE UM GRANDE NEGÓCIO. Um exemplo extremo é o Bill Gates, uma das pessoas mais ricas do mundo. Você terá os melhores empregados trabalhando para você, pelo menor salário que você puder pagar. Você “alavanca” o seu negócio contratando pessoas de alto gabarito. Elas vendem o tempo de serviço por um salário. Trabalham gerando receita para a sua empresa, o que irá beneficiá-lo. O grande problema, neste caso, é ter o CAPITAL suficiente para criar esta grande empresa. Também precisa ter uma idéia suficientemente boa para iniciar o negócio, como ocorreu com o Bill Gates, na criação da MICROSOFT. Normalmente nesta forma de ganho você conseguirá a INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA. Mas, não a LIBERDADE FINANCEIRA. Isto só acontecerá se delegar o poder de gerir a empresa para outra pessoa ou para um comitê de gestão. Neste caso, você estará se transferindo para a última forma de ganho.


A quarta forma de ganho é atuar como um INVESTIDOR. Esta é a forma de ganho que todos querem, mas menos de 1% (um por cento) da população mundial tem. É nesta forma de ganho que você tem a verdadeira LIBERDADE FINANCEIRA. É quando o dinheiro trabalha para você. Quando você pode fazer tudo o que quiser, mesmo não trabalhando o dinheiro estará fluindo para você. Embora seja a forma de ganho é o que todo mundo quer, ou deveria querer, mas não sabem como conseguir ou acham que é impossível. Mas, a verdade é que se pode conseguir chegar lá, mesmo, começando de baixo e com pouco dinheiro ou tempo com a nossa oportunidade. O que é necessário é querer e fazer tudo que for preciso para conseguir. Não é fácil e é necessário trabalho, mas você terá treinamento e apoio para conseguir.


Posso lhe dizer, simplificando, que o SEGREDO DO DINHEIRO, aqui revelado, é você ganhar dinheiro como um INVESTIDOR. Para isto acontecer você tem que aprender a gerar uma RECEITA PASSIVA (que não dependa do seu trabalho) e “ALAVANCAGEM”, ou seja, uma RECEITA RECORRENTE (que vem da duplicação da sua receita passiva).

Nós “construímos” isso através da nossa oportunidade. Nosso intuito é ajudar pessoas sérias, de atitude e ação, a conseguir esse objetivo, de maneira simples, mas não sem trabalhar, no período de tempo que julgar adequado.

A grande questão aqui é como conseguir passar das duas primeiras formas de ganho para a do INVESTIDOR, com um pequeno investimento e com baixo risco. Nos temos uma forma de conseguir isto comprovadamente.


Veja, abaixo, o vídeo do Empresário, palestrante e escritor de sucesso Robert Kiyosaki.




Próximo artigo recomendado: Os Principais Valores do Marketing de Rede

sábado, 7 de agosto de 2010

AS 10 PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS MILIONÁRIOS E A CLASSE MÉDIA


Antes de falarmos sobre as diferenças precisamos estabelecer os níveis de renda e como eles se enquadram. Vejamos a tabela abaixo.


Enquadramos como muito pobres as pessoas que estão nos níveis da Miséria e Super Baixo. Como pobres as pessoas que estão no nível Baixo. Para a classe média nós dividimos em três níveis; classe média baixa, classe média e classe média alta, todos que estão respectivamente nos níveis Médio Baixo, Médio e Médio Alto. Já os ricos estão no nível de ganho Alto e os milionários no nível de ganho Super Alto.

Agora examine a tabela e veja em que nível de ganho você está situado. Normalmente a grande maioria das pessoas durante toda a sua vida produtiva só consegue evoluir para um ou no máximo dois níveis acima daquele em que ela Quanto mais baixo o seu nível de renda menos chances você terá de evoluir na tabela, principalmente, se não entrar para o nosso grupo.

Agora imagine em que nível você quer estar. As palavras na frase anterior “quer” e “estar” tem uma conotação muito mais forte do que “gostaria” e “chegar”. “Quer”, significa que você terá que fazer o que for necessário para conseguir e “estar” significa presente, ou seja, você tem que imaginar que já ganha a quantidade de renda a qual você quer.

E as diferenças? Vamos começar com a forma de pensar. “Os milionários pensam a longo prazo, a classe média pensa a custo prazo”. Este pensamento é relativo ao dinheiro. Como assim? As pessoas muito pobres pensam no dia a dia, os pobres na semana, a classe média no mês, os ricos no ano e os milionários a cada década. Ou seja, as pessoas muito pobres estão preocupadas com o seu sustento diário e normalmente fazem “bicos” e ganham por diária e muito pouco. Os pobres com o seu sustento diário e pagar as contas do mês e normalmente ganham por semana. A classe média está preocupada com os pagamentos do mês e normalmente ganha salário. Os ricos estão preocupados com suas contas anuais, estes são normalmente os pequenos empresários ou os profissionais autônomos de sucesso. Mas, os milionários fazem planejamento para décadas, normalmente são os grandes empresários.

Como vemos os pobres se preocupam com a SOBREVIVÊNCIA, a classe média com o CONFORTO e os milionários com a LIBERDADE e por que conseguem a liberdade têm junto todas as outras coisas.

Outra diferença está na questão do risco. “Os milionários assumem riscos calculados. A classe média tem medo de se ariscar”. A classe média fica presa à rotina do trabalho e da competição destrutiva porque não se arrisca. A única maneira de sair dessa situação é assumindo riscos. Quando removemos os riscos da nossa vida, eliminamos também as oportunidades.

Ao se associar a nossa oportunidade você estará assumindo riscos. Mas, procure avaliar que riscos são estes. O investimento é muito baixo, muito menor do que abrir uma empresa. O investimento é mínimo. O kit de adesão tem um valor aproximadamente dez vezes menor do que comprar uma carrocinha de pipoca. E é o único investimento em passivo (não gera receita). O investimento em ativo (produtos) você define quanto e se não vender poderá devolver e ter o reembolso (na forma descrita na Norma 10-D do nosso Manual 4 – Plano de Vendas & Marketing e Normas de Conduta ). O que você estará ganhando? Primeiramente a chance de mudar de vida, junto você estará sendo treinado para se desenvolver como pessoa, isto é, crescimento pessoal que inclusive irá ajudá-lo na sua vida pessoal, financeira, física e espiritual. Com certeza, irá ajudá-lo no seu trabalho. Poderá ajudá-lo a crescer na sua empresa e conseguir melhores salários.
Como tenho certeza de que você quer saber as outras oito diferenças, mas eu só vou ensiná-las a quando assinar o nosso Kit de adesão. Tenho certeza de que elas mudarão a sua vida para sempre como mudou a minha. Só que você as terá quando se tornar um membro do meu grupo. Só então eu lhe passarei todo o meu conhecimento.



Próximo artigo recomendado: Formas de Ganho de Dinheiro - Qual o Segredo do Sucesso

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O EXÉRCITO DAS VENDAS


O velho “porta a porta”, hoje chamado de venda direta, emprega 2,5 milhões de brasileiros – e, para milhares deles, é um atalho para a ascensão social.
Por BRUNO MEIER

Reportagem da Revista VEJA, edição 2174 – ano 43 – nº 29 – 21 de julho 2010, seção ESPECIAL – páginas 114 a 121.

Há nove anos, o baiano Guilherme Pólvora teve de deixar de vender peixe nas feiras de São Paulo, coma fazia havia mais de duas décadas: a concorrência com os supermercados fora se tomando tão dura que ele não mais ganhava com seu trabalho - só perdia. O ex-feirante, porém, virou a seu favor essa situação adversa. Aproveitando a lábia cultivada em anos de pregão nas ruas, partiu para o segmento de vendas diretas, primeiro oferecendo carnês e, depois, cosméticos. Foi nesse ultimo filão que ele se encontrou. Hoje, Pólvora emprega trinta profissionais, que o, auxiliam na revenda de produtos de quatro empresas - e recolhe para si cerca de 15000 reais por mês. O paulistano Daniel Castro não foi premido pela necessidade, como Pólvora. Mas chegou a um resultado similar. Em 2009, trocou a segurança do expediente em uma empresa de energia elétrica, onde trabalhara por dez anos, por uma aposta aparentemente incerta: foi fechar pacotes de viagem em uma agência de turismo que opera com vendas diretas. Descobriu um talento insuspeito para abordar potenciais clientes e persuadi-los. Fatura em média 13000 reais mensais, mais de quatro vezes o antigo salário. Em março, um mês de grande movimento, bateu um recorde na empresa, atingindo 35.000 reais.


Atividade quase tão antiga quanto a própria humanidade, a venda direta – ou de porta em porta, como era chamada – resiste até às mais profundas transformações sociais e econômicas. As cidades hoje proporcionam infinitas oportunidades de consumo, e a Internet se converteu em um poderoso motor de negócios. Mas, conforme indicam os números essas facilidades em nada diminuem o apelo ao vendedor que vai até o freguês, demonstra-lhe as supostas virtudes do seu produto e propicia-lhe, ainda, uns tantos minutos de atenção exclusiva e bate-papo. “O brasileiro é muito sociável, e aprecia esse contato pessoal no ato da compra”, diz Paulo Quaglia, da Avon e também presidente da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).



Nem todas as histórias de indivíduos que se aventuram nesse segmento resultam tão róseas quanto as de PóIvora e Castro. Mas muitas, sim, evoluem para a satisfação. Hoje, segundo a ABEVD, há no país 2,5 milhões de revendedores, e o setor passa por um crescimento explosivo. No ano passado, esse exército vendeu 1,7 bilhão de itens, de cosméticos a suplementos alimentares, livros e utensílios domésticos, e movimentou 21,8 bilhões de reais – 18,4% a mais que em 2008. O primeiro trimestre deste ano confirmou a curva ascendente: venderam-se 5,2 bilhões de reais, um aumento de 19% sobre o mesmo período de 2009. Segundo os executivos do setor, muito desse impulso decorre da elevação de milhões de brasileiros à classe C, à qual chegam ávidos por consumir. Para esse novo freguês, o produto que vem até a sala de sua casa é virtualmente irresistível. É desse meio, também , que saem muitos dos vendedores: para a grande maioria, o porta em porta é apenas um reforço no orçamento doméstico, e raramente rende mais de 500 reais por mês. Mas, dado o ímpeto do setor, já se observa também um contingente expressivo de pessoas que se dedicam exclusivamente a essa atividade e, com êxito nela, sobem alguns degraus na pirâmide social.


Para melhor visualizar o descrito na figura acima transcrevo nos dois quadros abaixo


Tradicionalmente, a venda direta era quase um passatempo para mulheres que, em escala modesta, ofereciam seus produtos a parentes, vizinhos e amigos. Na ultima década, esse perfil se alterou. Em algumas empresas, os homens já somam 40% dos revendedores. Também se tem verificado um maior ingresso de jovens, em particular universitários que desejam ganhar dinheiro sem comprometer as horas necessárias aos estudos. “e muitos jovens nos procuram para revender nossos produtos em seu círculo social”, diz Marcelo Salcberg, diretor-geral no Brasil dos suplementos alimentares Herbalife. Na MonaVie, especializada na venda direta de sucos exóticos, um terço dos distribuidores tem entre 18 e 24 anos. Quase todas as empresas premiam os associados que conseguem atrair para suas fileiras novos vendedores – na forma de produtos ou de uma percentagem sobre as vendas dos novos membros. E, entre essas, todas insistem para que se busquem colaboradores mais jovens e instruídos. “constatou-se que, para atingir um público maior, era preciso diversificar o perfil dos vendedores”, diz Charles Szulcsewski, coordenador de pós-graduação em gestão de vendas da Escola Superior de propaganda e Marketing. Confirma Paulo Quaglia: “Hoje há nichos de vendedores mais bem preparados, que buscam sua independência financeira”.
Para alguns profissionais, a venda direta pode ser uma tábua de salvação: são aqueles que perdem o emprego depois dos 45 anos e encontram dificuldade para se reintegrar no mercado de trabalho. Com experiência e boas redes de relações já constituídas, essas pessoas muitas vezes se tornam vendedores de êxito.



É, sim, possível viver (e muito bem) de vendas diretas, como prova a trajetória da família Cristóvão, de Ribeirão Preto – que chegou a ter duas locadoras de vídeo, mas abandonou o negócio ao constatar que ganhava mais revendendo os produtos da Herbalife. Um sucesso dessa monta, porém, demanda preparo, dedicação – e, sim, certa vocação inata para as vendas.
As exigências formais para o candidato a revendedor são tão generosas quanto possível: basta ter 18 anos e vontade de trabalhar. Soma-se às facilidades o fato de que quase todas as empresas oferecem treinamento e são marcas bem estabelecidas, que investem pesado em publicidade – ou seja, arcam com a parte do leão na tarefa de persuadir o freguês da qualidade de seus produtos. Também o investimento inicial requerido do candidato é baixo: as empresas em geral pedem que o vendedor compre um kit mínimo de produtos, relativamente fácil de revender. A partir daí, não é mais necessário sacar do próprio bolso. A média de lucratividade na venda é de 30%. Com tais atrativos, não é de admirar que muitos se lancem na aventura de forma meio errática, dedicando-se nos primeiros meses e depois, quando o entusiasmo arrefece, voltando a atividade só quando a necessidade aperta. Isso porque, se é fácil vender um pouco de vez em quando, a alternativa – a profissionalização – demanda atributos bem específicos, a começar pela facilidade para construir boas relações (veja figura acima). Os empresários da ABEVD não gostam da expressão “porta a porta”, e com razão: não é boa estratégia bater à porta de desconhecidos para empurrar catálogos que eles vão ver de má vontade. O revendedor eficaz tem de criar e – o mais difícil – manter uma rede fiel de clientes. “O profissional tem total liberdade para revender os produtos da maneira que se adéque ao perfil dele. Quanto mais criativo ele for, quanto mais idéias tiver para aumentar sua rede, mais sucesso vai fazer”, diz Quaglia.
O revendedor faz seu próprio horário e carrega sua própria loja, na forma de catálogos e mostruários. Mas deve estar ciente que representa uma empresa – e, para vender mais, deve fazê-lo com empenho e dignidade. A comunicação é a proverbial alma do negócio. Erros de português, por exemplo, arrasam a credibilidade. A aparência também é essencial: não dá para vender produtos de beleza com o rosto coberto de acne, ou dietéticos quando se está vários números acima do que o figurino recomenda. De importância capital, ainda, é a convicção: o freguês em geral não é bobo, e fareja de longe os sinais de que o vendedor está tentando empurrar-lhe um produto que ele mesmo não usaria.



O momento de risco real, afirmam os especialistas, é aquele em que o novato eufórico com bons resultados iniciais decide trocar um emprego estável pela revenda em tempo integral. A um mês de ótimo faturamento, podem se suceder outros de vacas magras: toda forma de comércio está sujeita a ciclos sazonais, como picos de venda no Natal seguidos de baixa em janeiro, por exemplo. “Antes de um ano, é loucura largar o emprego”, diz Szulcsewski. – que recomenda até mais prudência: dezoito meses seria o tempo ideal para pesar a fidelidade da freguesia, a regularidade e organização do próprio vendedor e o retorno das suas vendas.



Em favor dos que acreditam reunir as qualidades necessárias, existe a oferta cada vez maior de empresas em busca de representantes. Os cosméticos são ainda o carro-chefe do setor, com a Avon reunindo o maior número de revendedores – 1,1 milhão. O catálogo da empresa, porém, diversificou-se, e sua venda de livros corresponde a uma fatia expressiva do mercado editorial brasileiro (veja o quadro “Os soldados do livro”). O turismo é uma novidade no setor: criada em 2006, a Viagens WOW!, braço da agência paulista Embarque Nessa, já conta com 10.000 “agentes de lazer” em todo o país. Esse vigor das vendas diretas se traduz na competição acirrada das empresas pelos melhores profissionais. Em 2006, o Grupo Silvio Santos lançou a Jequiti, marca de cosméticos distribuída apenas em venda direta (e que conta com o SBT como um canal de publicidade privilegiado). Há dois anos, ela fez uma varredura no mercado: tirou vinte profissionais da concorrência, entre diretores e gerentes. Só de revendedores, já tem 117.000. Empresas que se estabeleceram segundo outros modelos também estão ingressando no segmento. Fundado em 1977 e com quase 2900 lojas franqueadas, O Boticário vem tirando dirigentes de seus competidores e está preparando catálogos de venda direta para teste em duas cidades, no Nordeste e no Sudeste. São regiões estratégicas: o Sudeste concentra o maior volume de vendas, enquanto o Nordeste apresenta o maior potencial de crescimento. Para quem é organizado e tem aquele jeitinho todo especial pelo qual se reconhecem os bons vendedores, portanto, esse mercado é hoje espaçoso como um coração de mãe: de norte a sul, tem sempre lugar para mais um.

Os soldados do livro

As pedaladas de Edna Ferreira são famosas em Cabreúva, cidade de 42.000 habitantes a 80 quilômetros de São Paulo. Todos os dias, ela passa até seis horas percorrendo o bairro do Jacaré, o mais populoso do município. "Quando chego, as pessoas gritam de longe me chamando para um café”, diz. Edna começou a pedalar por recomendação medica, após uma cirurgia de redução de estômago. Desde 2003, porém, quando passou a revender produtos da Avon, a bicicleta é seu meio de transporte num percurso que inclui bancos, delegacias, a prefeitura, escolas, um açougue e a casa de clientes ávidos por seus catálogos, com produtos que vão de batom a sapatos. Mas são os livros que tem despertado a curiosidade dos cabreuvanos. “Tenho clientes sedentos por eles", diz Edna. Cabreúva é uma das 1600 cidades brasileiras sem livrarias. O país possui cerca de 2600 livrarias - pouquíssimas, com o desequilíbrio adicional de metade delas ficar em grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. O trabalho de Edna é, assim, ilustrativo da função extraordinária de milhares de ambulantes: batendo de porta em porta, eles vêm formando uma legião de novos leitores. Em 2008, 29 milhões de livros foram distribuídos por venda direta no Brasil – ou 13% do total, à frente da internet. Embora os números ainda não estejam tabulados, uma nova pesquisa indica que o crescimento prosseguiu em 2009. A Avon é a principal responsável por essa expansão, graças a um exército de mais de 1,1 milhão de revendedoras. A empresa decidiu incluir os livros em seu catálogo em 1993. “De início, era uma experiência. O grande achado foi reduzir os custos dos livros, para que um maior número de pessoas com poucos recursos pudesse ter acesso a eles”, diz o peruano Luis Felipe Miranda, presidente da Avon no Brasil. Os títulos passam por uma remodelação antes de entrar nos catálogos. A maioria das vinte editoras que possuem, contrato com a empresa produz edições compactas, sem orelha, com capa simples e letras mais apertadas – o que derruba os custos em ate 50%. Os best-sellers e os livros voltados para as classes C e D figuram entre os mais procurados. Ou seja, vendem-se multo a saga Crepúsculo e volumes de auto-ajuda como Nunca Desista de Seus Sonhos, de Augusto Cury. Mas são um sucesso também títulos como Clique e Descomplique, que ensina a usar programa básicos do computador, e Concursos Públicos, um guia sobre matérias que caem em concursos. Já a Melhoramentos produz para a Avon edições infantis com atrativos extras, como quebra-cabeças e imãs, e preço maior – mas parcelável em até dez vezes. "É uma chance única de explicar pessoalmente ao consumidor o que é o produto”, diz Breno Lener, diretor da editora.



A idéia de vender livros no catálogo tem chamado a atenção em outros países onde a Avon atua, como Venezuela e Colômbia: o produto é rentável e presta um serviço à sociedade. “É o maior orgulho chegar às reuniões que faço com os vice-presidentes de fora e falar do nosso sucesso com livros”, diz Miranda. “O mais importante é saber que criamos o hábito da leitura em pessoas que não tinham”.



Próximo artigo recomendado: Negócio Explosivo

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O QUE MARKETING DE REDE REPRESENTA


“O Marketing de Rede utilizou o conceito de franchising, oferecendo aos empreendedores independentes um negócio de baixo risco, com toda a estrutura necessária e a possibilidade de se construir uma fonte de renda crescente a partir daí. Com algumas centenas de dólares, é possível adquirir o kit de vendas, todo o material de treinamento necessário e um estoque de produtos para começar logo a trabalhar”.
(John Milton Fogg)

O Marketing Multinível, amado ou ignorado, cresce como ideal para todos que o conhecem profundamente.
Mais que a chance de se fugir da ordinária dependência salarial – para as pessoas físicas – e de se atingir qualidade total – para pessoas jurídicas – este “negócio” representa uma revolução em toda a estrutura sócio-econômica que nós conhecemos.

Imagine que as empresas, ao adotarem sistemas de MMN – Marketing Multinível – diminuem seus gastos com publicidade e promoção de massa; aumentam sua força de vendas sem a necessidade de abrir novas lojas; terceirizam recrutamento, treinamento e motivação de novos vendedores; enxugam seus gastos com encargos sociais; adquirem um índice de fidelização muito acima da média; mantêm um cadastro atualizado de todos os seus consumidores e distribuidores; atingem crescimento exponencial em seu faturamento; iniciam expansão internacional com grandes facilidades; novos produtos e serviços são imediatamente absorvidos por grande parte dos seus consumidores …
As pessoas, por sua vez, ao desenvolverem parceria com alguma empresa de Marketing Multinível, podem ter os seguintes benefícios: abrem seu próprio negócio com investimentos irrisórios e potencial ilimitado; recebem treinamento individual e coletivo; seguem um padrão de sucesso comprovado; dobram ou triplicam suas receitas a curto prazo; têm mobilidade para trabalhar em qualquer horário; obtêm uma renda residual independente da sua presença física; constroem um patrimônio que pode ser vitalício e hereditário; expandem seus negócios para outros estados e países; atingem segurança financeira e liberdade de trabalho; recebem prêmios, viagens e reconhecimento público por sua atuação destacada; aumentam seu convívio social, inclusive com outras classes, etnias, religiões, nacionalidades …
Socialmente, a contribuição do Marketing Multinível é ainda mais expressiva.

Há muitos anos, as riquezas do mundo circulam, circulam e tendem a se acumular no patrimônio de quem já têm mais dinheiro. Como resultado, vemos as diferenças sócio-econômicas ampliadas a cada dia.
Não tenho dúvidas de que o principal problema do sistema capitalista se resume na famosa frase “dinheiro atrai dinheiro”, responsável pela mão única que escoa as riquezas do mundo para os mesmos pólos concentradores.
É exatamente neste ponto que o Marketing de Rede ganha força, pois permite que pessoas de baixo poder aquisitivo, às vezes sem instrução, possam ascender na escala social é melhorar de vida.

Ao solucionar brilhantemente o curso destas águas, funcionando como um fator de inversão inteligente e acessível a praticamente todas as pessoas, o Marketing Multinível pode, a médio prazo, unir e ampliar os mercados consumidores de todo o planeta.
Logicamente, as dificuldades ainda são maiores para quem mora longe das reuniões, não têm condução ou não têm dinheiro para investir tanto em produtos e treinamento, porém, como disse Charles Paul Conn em seu livro “Le rêve possible”: “Network Marketing oferece um sonho – que não é apenas um sonho – mas um sonho possível !”
Outro mérito do Marketing de Rede é a formação de um mercado abundante e ilimitado, onde o desemprego, ou melhor, a falta de trabalho, tende a desaparecer.

Eliminando parte destas varizes financeiras e criando um novo fluxo de distribuição de dinheiro baseado apenas na capacidade pessoal que cada um tem de trabalhar e produzir resultados, o Marketing de Rede pode vir a se tornar a grande profissão do futuro.
Com a maioria das etapas de produção delegadas aos computadores, é possível que a saída do “mundo sem empregos” de William Bridges seja a transformação de cada indivíduo em uma franquia de distribuição independente, que crescerá do zero à posição que mereça por seu trabalho. Além disto, pelo controle de um expressivo mercado consumidor, os distribuidores de destaque terão o poder de negociar preços cada vez mais competitivos com as suas empresas fornecedoras.

A partir do momento em que todas as pessoas podem se associar a empresas de MMN, vender produtos e gerar receita, todos podem consumir mais produtos e o dinheiro pode circular de mão em mão, formando um ciclo auto-sustentável.
Aplicado a quase todas as áreas comerciais com perfeição, o Marketing Multinível nada mais é do que a transformação das estruturas hierárquicas rígidas em uma imensa rede democrática de contatos comerciais. A riqueza de berço não mais garantirá aos herdeiros uma vida de excessos às custas do proletariado excluído da economia, visto que qualquer pessoa poderá iniciar um negócio próprio e ascender socialmente, se assim quiser.
Não é fácil juntar todas as peças, o assunto nunca se encerra, a cada dia surgem novidades e ainda estamos muito longe da perfeição, porém o Marketing Multinível é, sem sombra de dúvidas, o melhor caminho para se equilibrar a má distribuição de renda do nosso planeta.

Dentro deste novo quadro social, me assusta e fascina acreditar que estamos perto de um socialismo ideal, baseado (pasmem) na livre iniciativa!
Os meios de produção não são mais as maquinarias caras e segregadoras, mas as habilidades de se comunicar, vender, prestar bom atendimento, ajudar outras pessoas, ensinar, ser sincero … habilidades pessoais que todos – independendo de raça, credo, origem social, nível cultural e sexo – podem desenvolver a partir de seu interesse e esforço pessoal!

Eduardo e Andreia Carvalho

Próxima artigo recomendado: Como Analisar Um Novo Negócio

segunda-feira, 12 de julho de 2010

NEGÓCIO EXPLOSIVO


O que é um negócio explosivo? É um tipo de negócio, normalmente na tendência de mercado, onde você pode iniciar com um pequeno investimento e tem a possibilidade de propiciar um crescimento rápido, desde que você se dedique e siga os ensinamentos passados pelos líderes.
O especialista e consultor deste segmento de mercado que está inserido na maior tendência de mercado, Sergio Buaiz não só escreveu um livro baseado em sua experiência prática e teórica neste segmento de mercado.

O livro “Multinível Explosivo” de Sergio Buaiz é uma referência de treinamento para este segmento de mercado que, como os números comprovam, explodirá no Brasil.
O Sergio Buaiz desenvolveu uma apresentação em vídeo para comprovar o descrito acima. Assista e tire suas próprias conclusões.

Vídeo 1: NEGÓCIO EXPLOSIVO! (40 minutos)
Descrição: Apresenta números impactantes de crescimento do Marketing Multinível. Auxilia no recrutamento.
http://profissional.multinivel.com.br/video.php?v=9812441

O vídeo completo está dividido em quatro partes de aproximadamente 10 min. por parte. Após o término de cada parte clique em próximo ou no número relativo a próxima parte.

O vídeo 2 já faz parte do treinamento inicial que será divulgado após o seu cadastro na empresa ligado(a) a minha equipe, bem como todas as ouras informações iniciais para o seu sucesso, vide descrito no artigo inicial enviado.


Próximo artigo recomendado: Instinto Empreendedor

quarta-feira, 7 de julho de 2010

INSTINTO EMPREENDEDOR


O Instinto Empreendedor implica em características que predispõem algumas pessoas, mais do que outras, à perseverança, a assumir riscos e a confiar na própria intuição. Tem que ter uma enorme força de vontade para mudar. Querer sair da “zona de conforto”. Dominar a própria natureza para conquistar algo maior. Superar ou ir em frente apesar do medo. Estar disposto a fazer um esforço tremendo quando necessitar fazer o que não gosta de fazer como, por exemplo, voar em avião se não gosta de voar, vender se não gosta de vendas (todo negócio comercial está ligado a vendas seja de produtos ou serviços).
Todo empreendimento começa com uma oportunidade, uma pessoa e uma idéia. Nós temos a oportunidade e várias idéias e estamos em busca de pessoas que estejam dispostas a aprender a trabalhar as idéias para tirar proveito da oportunidade. Se a pessoa não tiver instinto empreendedor é provável que a idéia não vá muito longe. É necessário que a pessoa esteja disposta a trabalhar duro. Não existe negócio mágico. Dinheiro não cai do céu. Quanto maior sua expectativa de ganho mais difícil será para atingi-la. Todas as propostas de ganhar dinheiro fácil são falsas e você estará sujeito a perder dinheiro. Evite este tipo de proposta.
Existem cinco aspectos amplos de nossa personalidade que os cientistas dizem ser altamente hereditários – lembro que cada pessoa tem uma combinação única de cada em destes aspectos ou traços.
Os cinco grandes traços são:
1. Abertura para experiências;
2. Consciência;
3. Extroversão;
4. Afabilidade;
5. Neurose.

Para você saber qual a sua possibilidade em relação a ser um empreendedor e ter sucesso existe um Teste de Personalidade Empreendedora que vou colocar neste artigo.

Procure responder às perguntas do teste abaixo marcando A ou B e me envie por e-mail para fernando.matteoli@gmail.com. A forma como você irá responder e me enviar já fará parte do teste.









Próximo artigo recomendado: As 10 Principais Diferenças Entre os Milionários e a Classe Média

quinta-feira, 1 de julho de 2010

COMO ANALISAR UM NOVO NEGÓCIO


Quando for analisar um novo negócio a primeira coisa a e a mais importante a ser analisada é se a mecânica deste novo negócio pode levá-lo a atingir o seu objetivo em termos de ganho mensal.
Como saber se a mecânica do negócio consegue levá-lo a atingir o seu objetivo de ganho mensal? Procurando saber se existem pessoas de sucesso e até que nível de ganho mensal elas conseguiram chegar. Se alguém conseguiu chegar ao nível que você quer chegar é porque é possível e viável. Lembre-se, quanto maior o nível mais difícil fica para as pessoas chegarem lá. Em todo negócio a maioria das pessoas falha ou fracassa em ter sucesso. Falha ou fracasso significa desistir. Se uma ou várias pessoas conseguiram sucesso é porque comprovadamente o negócio funciona, são estas pessoas a quem você deve pedir opinião sobre o negócio. Pessoas falham ou fracassam por que não têm alguns dos requisitos básicos para chegar ao sucesso. Quais são estes requisitos? Eu vou lhe ensinar quando você se associar a minha equipe. Como? Você terá acesso a outro BLOG com estas informações e muitas mais.


Um requisito importante e que quero mencionar aqui é o instinto empreendedor e este será assunto para outro artigo neste BLOG.


Existem mais quatro itens fundamentais que devem ser analisados em um negócio novo para que você consiga diminuir os riscos e aumentar as suas chances de sucesso, quais sejam:
1. A tendência do mercado para este negócio;
2. O produto ou serviço se é ÚNICO e CONSUMÍVEL;
3. O momento certo;
4. Alavancagem ou fator Multiplicador.


Para você ter uma completa explicação dos quatro itens acima veja o vídeo do Tim Sales e do Dr. Charles King, Professor de Doutorado da Universidade de Ilinois no endereço do MAGNET SYSTEM a seguir www.themagnetsystem.com/videomlm (se o vídeo não iniciar automaticamente clique no play).


Ao desconsiderar os itens acima você terá uma grande chance de se tornar parte da estatística dos 95% (noventa e cinco por cento) dos negócios que fracassam até o quinto ano.
O BLOG O Investidor Experiente (http://oinvestidorexperiente.blogspot.com/) inclui as informações necessárias e suficientes para uma excelente análise da oportunidade oferecida no nosso site O Segredo do Dinheiro. Decidindo fazer parte da nossa equipe você poderá conseguir uma renda extra sem ter que deixar sua atividade atual, ou seja, emprego ou negócio. Também poderá chegar a INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA ou conseguir complementar sua aposentadoria. Basta ter a visão das possibilidades do negócio. Os que são empreendedores terão. Os outros não. Saiba o porquê no artigo Instinto Empreendedor.


Próximo artigo recomendado: Como Ser Um Investidor Experiente